Para Barbosa, os políticos estão preocupados para saber sobre a lista do Ministério Público, porque para ele, dependendo dessa lista, ‘fica a grande pergunta: O Congresso terá moral política para fazer reforma?”.
O presidente afirmou que para ter uma boa reforma é preciso ter participação popular, o povo tem que ser ouvido. Enquanto isso parlamentares pensam na reforma feita no Congresso para o povo referendar “penso o contrário, primeiro escuta o povo e sairia os pontos básicos”.
“O fim da reeleição como seria? já em 2016? um mandato de dois anos para eleições em 2018 ou de seis anos até 2020 onde unificaria tudo. Coloca de certa forma uma dificuldade dos partidos de pensar em 2016”, afirma.
Outra questão levantada por Barbosa é a questão do financiamento de campanha, onde há setores que defendem sistema misto, público e privado, mas dentro do privado. “Tem gente que defende contribuição de empresas e tem gente que defende pessoas físicas que doem até R$ 700”, afirmou. Ele lembrou também que ultimamente os gastos estão chegando ser 95% financiados pelo setor privado.
“Se o privado financia, ele quer troco e aí talvez seja uma das razões da corrupção que estamos vivendo em Brasília. Tem uma núvem muito pesada e ninguém sabe o tamanho do toró”, conclui.
Marília Domingues

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