O prefeito de Sumé, doutor Neto, sancionou na última quarta-feira (18),
Lei que autoriza o Poder Executivo Municipal a ceder uma área, ao Banco
do Nordeste do Brasil (BNB), no Centro de Comercialização e Artesanato
(shopping) para a reinstalação e funcionamento do Banco na cidade.
De acordo com o gerente do BNB, José Roberto Maia, a concessão da área
para a construção da agência é um fato histórico para o Banco e para
Sumé. A atual agência, localizada na Rua Augusto Santa Cruz, funciona há
30 anos, e de acordo com o gerente, não comporta mais espaço para
atendimento de clientes e funcionários.
A agência de Sumé atende toda a região do Cariri Ocidental e tem hoje
cerca de 10 mil clientes nas áreas rural, industrial, comércio e
serviços. Segundo o gerente José Roberto, somente este ano foram
emprestados pelo Banco na região do Cariri, cerca de R$ 40 milhões,
envolvendo as três áreas de atuação: agência direta, Agroamigo e
Crediamigo.
Ele afirmou que a nova agência na área do shopping de Sumé proporcionará
conforto, agilidade e bom atendimento para os clientes funcionado na
área central da cidade. O espaço será de 380,78m², e ficará no térreo,
Bloco Sul 2. A previsão do Banco é de que até 2015 a nova agência em
Sumé já esteja em funcionamento. O BNB irá investir no espaço pouco mais
de R$ 1 milhão.
A doação da área pelo Poder Executivo Municipal atende a um pedido de
cerca de 20 anos do Banco do Nordeste. Para o vice-prefeito, Éden
Duarte, é uma medida que proporcionará à população do município de Sumé
ter um banco de funcionamento digno, adequado e de fácil acesso ao
público usuário.
“É inegável que se constitui uma medida das mais significativas para o
progresso do município a relocalização do BNB, como instrumento de
incentivo às atividades produtivas, especialmente as da agricultura, da
pecuária, dos agronegócios, dos projetos de apoio à agricultura
familiar, dos microempreendedores, empresários de pequeno porte e de
todos os outros segmentos que são atendidos pelo BNB em Sumé”, disse o
vice-prefeito.
O Projeto de Lei teve o voto de quase todos os vereadores, com exceção do vereador Juan Pereira, que votou contra o projeto.


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